PNLD 2019 – Editora Saraiva
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“Cada caso é um caso. A deficiência caracteriza-se por algum impedimento de natureza física, mental, intelectual ou sensorial.” Thais Guimarães, doutora em psicologia experimental e diretora da Casa Cuca

Acessibilidade e adaptações no ensino

O primeiro grande desafio é quanto à multiplicidade de atendimentos a oferecer. “É uma questão ampla, já que envolve diversas modalidades, definidas de acordo com o grau de comprometimento. Vão de necessidades de mudanças na estrutura física, para atender a restrições de mobilidade, às simplificações de conteúdos para quem apresenta limitações intelectuais ou características específicas de aprendizado”, explica Thais Guimarães, doutora em Psicologia Experimental e diretora da Casa Cuca, instituição que desenvolve ferramentas para alunos com dificuldades de aprendizagem individual. Segundo a psicóloga, o Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) é o documento oficial que orienta a avaliação e a intervenção pedagógica para esses alunos. “Cada caso é um caso. A deficiência caracteriza-se por algum impedimento de natureza física, mental, intelectual ou sensorial”, esclarece. “Entre os que enfrentam dificuldades de aprendizado, as ocorrências mais comuns são o autismo, a dislexia e a discalculia, que afeta a habilidade de interpretar números.”

Processo em evolução

Tornar o país mais inclusivo ainda demanda tempo e iniciativas, apesar das mudanças na legislação. A formação contínua dos educadores, a construção de uma rede de atendimento educacional especializada e o desenv0olvimento de materiais didáticos, transporte e espaços acessíveis são alguns pontos importantes para esse processo. É nesse cenário que as instituições de ensino são desafiadas a acolher um público que, por sua vez, tem muito a acrescentar ao ambiente escolar. “O primeiro passo é identificar, além de dificuldades, quais são as potencialidades do aluno. Não se deve olhar apenas as suas limitações, como também as oportunidades que têm para progredir”, ressalta Thais.
“O professor precisa estar preparado para lidar com necessidades específicas de cada um, se aproximar e conhecer seus alunos.” Ana Cecília Machado Dias, assessora pedagógica da Somos Educação
De acordo com a assessora pedagógica da Somos Educação Ana Cecília Machado Dias, o trabalho em sala de aula e a capacitação do corpo docente são fundamentais. “O professor precisa estar preparado para lidar com as necessidades específicas de cada um, se aproximar e conhecer seus alunos.” Para ela, uma metodologia para a inclusão deve abordar também as competências socioemocionais, como trabalhar a aprendizagem colaborativa e a importância do respeito em todas as relações. “Com isso, a criação de uma rede de apoio entre alunos, educadores e famílias pode contribuir e muito para esse processo”, relata. Com essa análise, fica mais fácil montar a estratégia de atendimento pedagógico. “Se o estudante tem deficit de atenção, por exemplo, talvez precise apenas de melhor acomodação na classe, algo que o professor pode viabilizar”, orienta Thais. “Já alguém com grau de comprometimento maior pode necessitar de um acompanhante na sala ou da intervenção do educador para que seus conteúdos sejam adaptados.” A psicóloga também sugere o desenvolvimento de uma metodologia para a inclusão. “A gestão deve participar ativamente das ações. Pode criar um núcleo de inclusão, que permita pensá-la como um processo, e envolver os professores na busca por soluções, pois o educador é o elo para o desenvolvimento. E, qualquer que seja o caso, a parceria com os pais é fundamental.” Os resultados aparecem naturalmente. “Já vi os alunos de uma classe participando ativamente de um processo de inclusão”, conta a psicóloga. “E com todos aprendendo a olhar para o outro e a compartilhar, o retorno é sempre positivo. Todos saem ganhando.”

Caminhos da inclusão

Confira iniciativas relevantes para receber alunos com alguma deficiência cognitiva na escola:
  1. Solicitar um laudo de um médico especializado, um neuropsicólogo ou um fonoaudiólogo sobre a condição do estudante
  2. Capacitar os educadores para lidar com necessidades especiais
  3. Avaliar as condições da sala de aula para o desenvolvimento das atividades
  4. Definir quais os conteúdos estabelecidos para o ano letivo que podem ser ministrados e fazer as adaptações necessárias
  5. Promover o processo de inclusão e envolvimento com outros alunos, de forma a evitar ocorrências de bullying

Entenda os principais distúrbios

Alunos com deficiência intelectual ou cognitiva têm, basicamente, dificuldade para compreender ideias abstratas, estabelecer relações sociais, compreender determinadas regras e realizar tarefas. As incidências podem variar em grau (leve, moderado, grave e profundo) ou envolver distúrbios neurológicos mais complexos, que dificultam a aprendizagem e são classificados pelo Manual de Saúde Mental (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders – DSM). Entre os mais comuns está o autismo (atraso global de desenvolvimento), caracterizado pelo comprometimento da interação social e pelo comportamento repetitivo. Entre outras incidências comuns também estão o deficit de atenção, a dislexia (que dificulta o processamento da linguagem), a discalculia (relacionada a dificuldades com o raciocínio matemático) e o distúrbio na temporalização da fala (gagueira).

Para Saber mais

[post_title] => Aprender com as diferenças – O movimento das escolas para promover uma educação inclusiva [post_excerpt] => O tema é tão complexo quanto polêmico, mas já é possível contabilizar avanços no ambiente escolar com o aumento da inclusão de estudantes com deficiências. Crianças e jovens com neces­sidades educativas especiais começam a migrar de instituições especializadas para o ensino regular, em salas de aula comuns, e mais experiências de inclusão e aprendizados começam a ser vivenciadas. [post_status] => publish [comment_status] => open [ping_status] => open [post_password] => [post_name] => aprender-com-as-diferencas [to_ping] => [pinged] => http://institutoitard.com.br/o-que-e-educacao-inclusiva [post_modified] => 2018-08-14 16:04:27 [post_modified_gmt] => 2018-08-14 19:04:27 [post_content_filtered] => [post_parent] => 0 [guid] => https://pnld.editorasaraiva.com.br/?p=269 [menu_order] => 0 [post_type] => post [post_mime_type] => [comment_count] => 0 [filter] => raw ) [1] => WP_Post Object ( [ID] => 250 [post_author] => 2 [post_date] => 2018-08-06 09:00:01 [post_date_gmt] => 2018-08-06 12:00:01 [post_content] => Língua Portuguesa, Ciências ou História são algumas das disciplinas com muitas possibilidades de extensões pedagógicas. Mas nenhuma é estanque em sua função de estimular novos saberes. Todas podem ganhar novas conotações ao serem associadas a temas transversais, uma prática que vem ganhando espaço nos anos iniciais do Ensino Fundamental, com boas ações realizadas e até conhecidas por muitos de nós, professores. E este processo tem se mostrado determinante para auxiliar os alunos a compreenderem o mundo em que vivem. Previstos nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), os temas transversais mais difundidos são: ética, meio ambiente, saúde, trabalho e consumo, orientação sexual e pluralidade cultural. Porém, outros podem ser idealizados a critério da escola. Eles não se sobrepõem às disciplinas convencionais e não impõem conteúdos ou são trabalhados em paralelo, apenas dialogam de forma transversal, agregando um leque mais amplo de conhecimentos de interesse social. “Os temas transversais são direcionados para formar um cidadão mais completo, crítico e participativo, que seja capaz de articular melhor sobre sua realidade”, diz Erika Buch, supervisora pedagógica da Somos Educação. Dessa forma, ao inserir os temas transversais em um currículo, a escola trabalha para a compreensão dos direitos e responsabilidades relacionados com a vida pessoal e coletiva dentro da realidade que o estudante está inserido. O papel da escola, ao trabalhar com temas transversais, é integrar, facilitar e estimular ações de modo integrado, buscando não fragmentar o ensino, de forma que a vida e o conhecimento tenham relações.
Os temas transversais são direcionados para formar um cidadão mais completo, crítico e participativo, que seja capaz de entender melhor a realidade.” Erika Buch, supervisora pedagógica da Somos Educação
Para se tornarem relevantes, é importante que os conteúdos tratados transversalmente sejam sempre atuais e levem em conta temáticas sociais. “A questão da febre amarela, que está entre as mais discutidas no momento, serve de exemplo. Pode ser conduzida por diferentes perspectivas e levar a criança a entender que sacrificar macacos não ajuda a solucionar o problema, pois eles são apenas hospedeiros do vírus e tão vítimas quanto nós”, argumenta Erika.

Projetos interdisciplinares

Recurso pedagógico que agrega valor a esse processo, a interdisciplinaridade permite conectar vários campos do conhecimento a partir de um eixo temático. “São ações que mobilizam a comunidade escolar, incluindo pais de alunos”, explica Valéria Tanese Palma, assessora pedagógica da Somos Educação. “Os conhecimentos podem e devem estar interligados entre as disciplinas, o que justifica serem trabalhados conjuntamente”, completa. Isso permite ao educador estimular, observar e mediar, criando situações de envolvimento e aprendizagem significativa para o aluno. Afinal, uma das tarefas do educador é estimular o raciocínio, a criatividade, a curiosidade e, assim, fazer o aluno solucionar problemas na sua vida. O estudo do tema transversal meio ambiente, por exemplo, pode ocorrer em diferentes níveis de escolaridade e pela combinação de análises históricas, geográficas, biológicas, científicas, entre outras. Para tanto, a direção da escola e os professores têm a função de avaliar as necessidades da instituição e dos alunos. “A partir desse mapeamento, os gestores definem os projetos que podem atender a questões de aprendizagem ou responder a problemáticas da comunidade para planejar a ação. ”Basta que realizem um planejamento que contemple as estratégias, os objetos de pesquisa, os materiais, a duração do projeto e o produto final. O desafio de pensar um tema transversal de forma interdisciplinar inclui ainda a definição dos recursos a serem empregados. “Por vezes, pode até existir um patrocínio local para viabilizá-lo”, ressalta Valéria.

Agentes de transformação

Além da escola, espaço para que os temas transversais se desenvolvam e promovam uma educação para a cidadania, a eficiência do processo depende de todos os envolvidos. Os professores devem estar capacitados e alinhados à proposta pedagógica de cada projeto e às expectativas de aprendizagem. “Eles precisam estar dispostos a adquirir novos conhecimentos e ensiná-los adequadamente, compreendendo esse processo como vital para o aluno”, defende Valéria. “Nós, professores, somos agentes de transformação e contribuímos para a formação de uma geração consciente em relação ao seu papel na sociedade, voltada para a valoração ética, social, econômica e ambiental”, completa. O principal beneficiário é o próprio estudante, que deve ser capaz de interpretar significados, refletir e interagir. E, assim, se torna mais preparado para lidar com as diferenças e vulnerabilidades da sociedade. “Ele adquire maior noção do que acontece ao seu redor e se torna um agente de transformação que impacta, que pode fazer a diferença”, assegura Erika Buch. Pode ser, portanto, um movimento estendido estrategicamente para a casa do aluno, e contribui para orientar famílias que têm pouco acesso à informação. “Prova disso são os projetos transversais que tratam da dengue. É comum a criança envolvida explicar para os pais que não se deve deixar vasos e pneus acumularem água. Assim, este aluno também intervém em sua realidade.”

Temas sensíveis

Para estabelecer esse diálogo de forma a cumprir com seu papel social, os temas transversais podem ser abordados sem entraves, de forma natural, mas com responsabilidade. “Nesta perspectiva, os temas transversais têm a intencionalidade de promover um diálogo que ajude os jovens estudantes a receberem informações e orientações confiáveis”, aponta Erika. Isso, sempre com muito cuidado e pesquisa sobre o tema, além de incluir participantes do entorno escolar como direção, coordenação e especialistas no assunto, que possam contribuir com as propostas da escola e com temas que estão no calor das horas.

Campo inesgotável de estudos

Confira abaixo os principais temas transversais que estão relacionados a outros que podem ser adotados a partir de contextos locais Ética Conceitos e valores; senso de justiça; solidariedade; referências históricas Orientação sexual O corpo humano como matriz da sexualidade; relações de gênero; prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) Meio ambiente Ecologia e ecossistemas; os ciclos da natureza; manejo e conservação ambiental; consumo consciente Saúde Equilíbrio do organismo e prevenção de doenças; principais enfermidades; epidemias Pluralidade cultural O ser humano como agente social e produtor de arte e cultura; indústria cultural; diversidade entre povos e cidadania Trabalho e consumo As relações e modalidades de trabalho e suas dimensões históricas; meios de comunicação de massa; publicidade; marketing; consumismo Fique ligado! 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Os resultados são considerados alarmantes, ainda mais se levarmos em conta que a meta do Plano Nacional de Educação (PNE) é alfabetizar, até 2024, todas as crianças no final do 2º ano, segundo a indicação da recém-homologada Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Embora seja uma meta ambiciosa, a plataforma digital Observatório do PNE, criada por instituições públicas e privadas, considera que ela é viável, “desde que haja um trabalho intencional e sistemático visando à melhoria da qualidade da formação inicial e continuada dos professores”, avalia Renata Rossi, especialista em alfabetização e gerente de Assessoria Pedagógica da SOMOS Educação. E é justamente na formação dos docentes em que está a raiz da questão, na opinião de Renata. Segundo ela, boa parte dos professores não foi orientada de maneira adequada para o trabalho com a alfabetização. “Muitos desconhecem as diferenças entre os conceitos de ensino e aprendizagem e pôr isso em prática é mais desafiador ainda. Sem um olhar apurado sobre os processos da sala de aula, eles têm dificuldade para perceber que aprendizagem não é consequência direta de ensino.” Em outras palavras, tão ou mais importante do que o conteúdo a ser ensinado é o “como” os alunos aprendem. “O material didático é só uma parte do processo”, observa Rossi. “Ele serve tanto ao caminho da aprendizagem quanto ao propósito de garantir a intencionalidade pedagógica. Ao professor não basta apenas aplicar o conteúdo, e sim compartilhar sua análise com outros docentes para entender o que está por trás de cada atividade e aperfeiçoar seu modo de ensinar.” Ela também chama atenção para o conceito de que a alfabetização não começa no 1º ano. “Seja quando ouve uma história ou visita um museu, ainda na pré-escola a criança já está se alfabetizando. Felizmente, essa perspectiva está presente nos editais do MEC para seleção de obras didáticas. Mestre em educação pela USP, e a partir de extensas pesquisas na área – em especial as de Emilia Ferreiro –, Renata Rossi reafirma que o aluno tem conhecimentos prévios que o fazem criar hipóteses sobre leitura e escrita. Daí a importância da participação ativa da criança, que aprende fazendo. “Mas não simplesmente um fazer para a escola, e sim para a vida”, completa. Nesse sentido, a alfabetização e a formação docente devem seguir a mesma trajetória ao longo dos anos. “A preparação dos professores pode ser feita de forma colaborativa, em parceria com a coordenação pedagógica e em conjunto com todos os profissionais do Ensino Fundamental e até da Educação Infantil. Isso garante a sua continuidade, sempre incentivada por muita reflexão, pesquisas e estudos do corpo docente sobre de que forma esta preparação pode ser mais efetiva além de, claro, muita ação.” O essencial, conclui a gerente, é que “ninguém precisa ter respostas prontas, mas todos devem saber criar as perguntas. É por meio delas que se constrói o conhecimento e as melhores formas de ensinar”. Fique ligado! Toda semana uma nova matéria sobre edução.#EditoraSaraivaNoPNLD #PartiuPNLD [post_title] => Alfabetização – Perspectivas para o futuro [post_excerpt] => Mais da metade dos alunos do 3º ano do Ensino Fundamental de escolas públicas têm conhecimentos insuficientes de Matemática e leitura, de acordo com os dados da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA), aplicada em 2016. No quesito escrita, o quadro é pior: mais de um terço dos alunos, ou 34%, estão defasados. Os resultados são considerados alarmantes, ainda mais se levarmos em conta que a meta do Plano Nacional de Educação (PNE) é alfabetizar, até 2024, todas as crianças no final do 2º ano, segundo a indicação da recém-homologada Base Nacional Comum Curricular (BNCC). 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De modo geral, a maneira como a escola define o que seus alunos irão aprender e como cada etapa desse processo será realizada é bem semelhante. O currículo é a ferramenta que norteia esse planejamento, estabelecendo a sequência do que precisa ser estudado e como esse conteúdo deve ser trabalhado. A palavra currículo vem do latim currere, que significa um caminho a percorrer. Ao longo do tempo, no contexto do ensino, essa definição passou a ser entendida como um plano de estudos que, justamente, determina os passos que o estudante irá percorrer em cada momento de sua formação. Isso inclui as disciplinas que serão estudadas, os conteúdos e práticas pedagógicas aplicados em sala de aula, as experiências, os talentos individuais e valores a serem desenvolvidos e muito mais.
“A educação e o currículo não apenas transmitem cultura, como também são partes integrantes e ativas de um processo de produção e criação de sentidos, de significados, de sujeitos.” Letícia Lyle, diretora presidente do instituto SOMOS

O caminho das pedras

Construir um currículo é um trabalho de olhar para o futuro e traduzir as perspectivas para o presente por meio de ações que direcionem o conteúdo, a sequência e o ritmo da aprendizagem. Para Letícia Lyle, diretora presidente do Instituto SOMOS, “é preciso saber para onde você está indo e qual é o fim dessa jornada, a fim de desenhar os passos até lá. Uma vez que os objetivos estejam claros, é essencial desenvolver um plano de ações para colocá-los em prática”, explica. “É um trabalho que deve ser feito com clareza e transparência, pois é nesse documento que a instituição vai mostrar, de acordo com suas crenças, metodologia e perfil de alunos, como vai caminhar em direção a seus propósitos.” O currículo pode ser elaborado por um único professor ou em grupo, pela equipe pedagógica, por autores especializados ou pelo governo. “Estamos lidando com uma criança que aprende de maneira global, com o conhecimento integrado e interdisciplinar. É preciso haver uma escuta muito qualificada de todos os agentes desse processo para entender o que pode ser feito, em que ritmo e com que finalidade.” O princípio para a elaboração de um bom currículo é conhecer os instrumentos normativos, como a Base Nacional Comum Cur­ricular. Homologado no final de 2017, esse documento apresenta um conjunto de diretrizes que os educadores e coordenadores pedagógicos devem levar em conta na hora de produzir o currículo. Também, quais habilidades essenciais devem ser desenvolvidas pelos estudantes durante a Educação Básica em todo o Brasil. O diferencial está nas características inovadoras que cada escola irá apresentar – e como serão trabalhadas, sejam elas competências socioemocionais, formação pluricultural e assim por diante. “Como garantir que questões importantes como diversidade, ética, gênero e tantas outras serão passadas adiante? Com tempo, espaço e progressão bem definidos em seu plano de estudos”, ressalta. Letícia observa que, se a escola acredita na aprendizagem colabo­rativa, deve incluir elementos que reforcem isso. Se a ênfase deve ser em Língua Portuguesa e Matemática, o ensino desses componentes curriculares precisa ser reforçado. “Essas escolhas são norteadoras. Mas é preciso estruturar o passo a passo. Por exemplo: antes de aprender a elaborar uma produção textual, a criança deve saber reconhecer o som das letras, a formação de palavras e frases para, então, compreender a construção do texto.”
“Cada segmento tem objetivos para o futuro dos alunos. O currículo precisa deixar claro como a escola vai executar isso em cada momento do aprendizado, refletindo transparência e integridade.” Letícia Lyle, diretora presidente do instituto SOMOS

O papel do professor

Mais do que declarar informações valiosas sobre suas diretrizes, o currículo carrega a personalidade das escolhas pedagógicas e metodológicas de cada instituição. E o professor é fundamental na construção dessa identidade. Segundo a diretora, a experiência dele em aula e a iniciativa de criar novas referências para enriquecer o conteúdo são práticas curriculares essenciais para o resultado. “Quando o professor pesquisa, traz vídeos ou elementos novos para a sala, está ajudando a trazer diversidade.” Nesse contexto, além dos instrumentos normativos, o educador precisa estar em constante atualização, conectado às mudanças na educação, e conhecer os recursos que influenciam sua prática no dia a dia. “As redes de ensino têm diversas capacitações, além de cursos on-line para sua formação contínua. Assumir esse papel e entender a representatividade de seu trabalho e de seus alunos é fundamental”, avalia Letícia. Agora que você já sabe o que é preciso para construir essa “casa”, mãos à obra!

Como se elabora um currículo

Saiba quais são as etapas fundamentais para a construção do documento Planejamento Neste momento é preciso considerar a missão e os valores da instituição, de modo a traduzir seu propósito em cada experiência Desenvolvimento Deve conter uma descrição detalhada de como o conteúdo é organizado, o planejamento das atividades, a escolha dos processos de avaliação e recursos utilizados Implementação Momento em que as ações propostas no plano de estudos são levadas à sala de aula, respeitando o espaço e o tempo estabelecidos Avaliação Por meio de avaliações do processo de aprendizagem e do resultado no fim do curso, é possível mapear os erros e acertos e reconstruir o que for necessário para estabelecer novos planos de ação Fique ligado! Toda semana uma nova matéria sobre edução.#EditoraSaraivaNoPNLD #PartiuPNLD [post_title] => Currículo Sem Mistério – A criação de um plano de aulas eficiente [post_excerpt] => Imagine que você vai construir uma casa. Cada etapa precisa ser bem planejada: o projeto, a definição dos materiais, a construção dos alicerces, a fase de acabamento e os detalhes que darão personalidade ao imóvel. E para que o resultado seja alcançado com sucesso, é fundamental que você acompanhe todos os passos desse trabalho. [post_status] => publish [comment_status] => open [ping_status] => open [post_password] => [post_name] => um-caminho-a-percorrer [to_ping] => [pinged] => [post_modified] => 2018-07-31 17:44:52 [post_modified_gmt] => 2018-07-31 20:44:52 [post_content_filtered] => [post_parent] => 0 [guid] => https://pnld.editorasaraiva.com.br/?p=224 [menu_order] => 0 [post_type] => post [post_mime_type] => [comment_count] => 8 [filter] => raw ) ) [post_count] => 4 [current_post] => -1 [in_the_loop] => [post] => WP_Post Object ( [ID] => 269 [post_author] => 2 [post_date] => 2018-08-13 17:57:18 [post_date_gmt] => 2018-08-13 20:57:18 [post_content] => O tema é tão complexo quanto polêmico, mas já é possível contabilizar avanços no ambiente escolar com o aumento da inclusão de estudantes com deficiências. Crianças e jovens com neces­sidades educativas especiais começam a migrar de instituições especializadas para o ensino regular, em salas de aula comuns, e mais experiências de inclusão e aprendizados começam a ser vivenciadas. Segundo dados do Censo Escolar do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão ligado ao MEC, houve um crescimento de 6,5 vezes no contingente desses alunos, de 2005 a 2015. O estudo aponta que 750.983 alunos com necessidades especiais têm hoje acesso à aprendizagem convencional e contato com colegas sem deficiência, em escolas públicas e privadas. O movimento é resultado de políticas públicas, como a Lei Brasileira de Inclusão, de 2015, inspirada em normas internacionais, e de uma maior conscientização da sociedade. Pela legislação em vigor, as instituições de ensino não podem negar matrícula a estudantes com necessidades especiais e devem fornecer todo o apoio para o processo de inclusão.
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Tornar o país mais inclusivo ainda demanda tempo e iniciativas, apesar das mudanças na legislação. A formação contínua dos educadores, a construção de uma rede de atendimento educacional especializada e o desenv0olvimento de materiais didáticos, transporte e espaços acessíveis são alguns pontos importantes para esse processo. É nesse cenário que as instituições de ensino são desafiadas a acolher um público que, por sua vez, tem muito a acrescentar ao ambiente escolar. “O primeiro passo é identificar, além de dificuldades, quais são as potencialidades do aluno. Não se deve olhar apenas as suas limitações, como também as oportunidades que têm para progredir”, ressalta Thais.
“O professor precisa estar preparado para lidar com necessidades específicas de cada um, se aproximar e conhecer seus alunos.” Ana Cecília Machado Dias, assessora pedagógica da Somos Educação
De acordo com a assessora pedagógica da Somos Educação Ana Cecília Machado Dias, o trabalho em sala de aula e a capacitação do corpo docente são fundamentais. “O professor precisa estar preparado para lidar com as necessidades específicas de cada um, se aproximar e conhecer seus alunos.” Para ela, uma metodologia para a inclusão deve abordar também as competências socioemocionais, como trabalhar a aprendizagem colaborativa e a importância do respeito em todas as relações. “Com isso, a criação de uma rede de apoio entre alunos, educadores e famílias pode contribuir e muito para esse processo”, relata. Com essa análise, fica mais fácil montar a estratégia de atendimento pedagógico. “Se o estudante tem deficit de atenção, por exemplo, talvez precise apenas de melhor acomodação na classe, algo que o professor pode viabilizar”, orienta Thais. “Já alguém com grau de comprometimento maior pode necessitar de um acompanhante na sala ou da intervenção do educador para que seus conteúdos sejam adaptados.” A psicóloga também sugere o desenvolvimento de uma metodologia para a inclusão. “A gestão deve participar ativamente das ações. Pode criar um núcleo de inclusão, que permita pensá-la como um processo, e envolver os professores na busca por soluções, pois o educador é o elo para o desenvolvimento. E, qualquer que seja o caso, a parceria com os pais é fundamental.” Os resultados aparecem naturalmente. “Já vi os alunos de uma classe participando ativamente de um processo de inclusão”, conta a psicóloga. “E com todos aprendendo a olhar para o outro e a compartilhar, o retorno é sempre positivo. Todos saem ganhando.”

Caminhos da inclusão

Confira iniciativas relevantes para receber alunos com alguma deficiência cognitiva na escola:
  1. Solicitar um laudo de um médico especializado, um neuropsicólogo ou um fonoaudiólogo sobre a condição do estudante
  2. Capacitar os educadores para lidar com necessidades especiais
  3. Avaliar as condições da sala de aula para o desenvolvimento das atividades
  4. Definir quais os conteúdos estabelecidos para o ano letivo que podem ser ministrados e fazer as adaptações necessárias
  5. Promover o processo de inclusão e envolvimento com outros alunos, de forma a evitar ocorrências de bullying

Entenda os principais distúrbios

Alunos com deficiência intelectual ou cognitiva têm, basicamente, dificuldade para compreender ideias abstratas, estabelecer relações sociais, compreender determinadas regras e realizar tarefas. As incidências podem variar em grau (leve, moderado, grave e profundo) ou envolver distúrbios neurológicos mais complexos, que dificultam a aprendizagem e são classificados pelo Manual de Saúde Mental (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders – DSM). Entre os mais comuns está o autismo (atraso global de desenvolvimento), caracterizado pelo comprometimento da interação social e pelo comportamento repetitivo. Entre outras incidências comuns também estão o deficit de atenção, a dislexia (que dificulta o processamento da linguagem), a discalculia (relacionada a dificuldades com o raciocínio matemático) e o distúrbio na temporalização da fala (gagueira).

Para Saber mais

[post_title] => Aprender com as diferenças – O movimento das escolas para promover uma educação inclusiva [post_excerpt] => O tema é tão complexo quanto polêmico, mas já é possível contabilizar avanços no ambiente escolar com o aumento da inclusão de estudantes com deficiências. Crianças e jovens com neces­sidades educativas especiais começam a migrar de instituições especializadas para o ensino regular, em salas de aula comuns, e mais experiências de inclusão e aprendizados começam a ser vivenciadas. [post_status] => publish [comment_status] => open [ping_status] => open [post_password] => [post_name] => aprender-com-as-diferencas [to_ping] => [pinged] => http://institutoitard.com.br/o-que-e-educacao-inclusiva [post_modified] => 2018-08-14 16:04:27 [post_modified_gmt] => 2018-08-14 19:04:27 [post_content_filtered] => [post_parent] => 0 [guid] => https://pnld.editorasaraiva.com.br/?p=269 [menu_order] => 0 [post_type] => post [post_mime_type] => [comment_count] => 0 [filter] => raw ) [comment_count] => 0 [current_comment] => -1 [found_posts] => 4 [max_num_pages] => 1 [max_num_comment_pages] => 0 [is_single] => [is_preview] => [is_page] => [is_archive] => [is_date] => [is_year] => [is_month] => [is_day] => [is_time] => [is_author] => [is_category] => [is_tag] => [is_tax] => [is_search] => [is_feed] => [is_comment_feed] => [is_trackback] => [is_home] => 1 [is_404] => [is_embed] => [is_paged] => [is_admin] => [is_attachment] => [is_singular] => [is_robots] => [is_posts_page] => [is_post_type_archive] => [query_vars_hash:WP_Query:private] => 4bce3aa49450a4b09be0b65dfb472250 [query_vars_changed:WP_Query:private] => [thumbnails_cached] => [stopwords:WP_Query:private] => [compat_fields:WP_Query:private] => Array ( [0] => query_vars_hash [1] => query_vars_changed ) [compat_methods:WP_Query:private] => Array ( [0] => init_query_flags [1] => parse_tax_query ) ) 1

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